Pesquisadores descobrem que autismo pode ser causado por estes metais pesados – 1News Brasil

As causas do transtorno são desconhecidas, mas pesquisas anteriores indicam que as causas ambientais estão associadas ao assunto.

Por: Marcio Igor Fauth 24/07/2017 – 10:47/ Editado em 24/07/2017 – 10:55

Fonte: Pesquisadores descobrem que autismo pode ser causado por estes metais pesados – 1News Brasil

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Conheça o dispositivo para ajudar crianças com autismo que virou febre nas escolas – BBC Brasil

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Este brinquedo não é jogo de videogame nem aplicativo de celular, mas virou febre entre as crianças de países como Estados Unidos e Reino Unido. Tudo o que o fidget spinner faz é girar e girar.

A versão mais comum desse dispositivo tem três pontas com um centro giratório. Ele gira em alta velocidade sobre um eixo que é apoiado sobre a mão.

Suas cores e figuras diferentes provocam efeitos visuais atraentes – e alguns até brilham no escuro. Por isso, o fidget spinner ganhou recentemente muita popularidade em escolas e parques – e já começou a ser vendido no Brasil.

Só que o brinquedo não é novidade. Ele foi inventado há duas décadas com o propósito de ajudar crianças com autismo ou transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) a lidar com a ansiedade.

A embalagem do brinquedo ainda o promove como um produto antiestresse para crianças.

No YouTube, vlogueiros ganham milhares de acessos em vídeos sobre truques com o brinquedo e sites especializados oferecem fidget spinners cada vez mais caros e cheios de novidades.

Enquanto a maioria dos fidget spinners custam US$ 2 (R$ 6,20), alguns chegam a mais de US$ 1.000 (R$ 3,1 mil).

De utensílio para ajudar na concentração, o fidget spinner virou moda e chegou a causar polêmica em algumas escolas.

Uma escola na cidade de Henderson, no Estado de Nevada (EUA), chegou a proibir as crianças a levarem o brinquedo na escola porque seria uma “fonte de distração”.

 

Fonte: Conheça o dispositivo para ajudar crianças com autismo que virou febre nas escolas – BBC Brasil

Aplicativo ‘Jujuba’ auxilia na rotina diária de pessoas com autismo | Notícias – Revide

Mais autonomia e independência para crianças, adolescentes e adultos com desenvolvimento atípicos. Essa é uma das funções do aplicativo “Jujuba”, lançado para plataforma iOS 6 no início de julho, o dispositivo poderá ser adquirido pelo preço promocional de 1,99 dólar. O desconto continua valendo, ainda sem prazo anunciado para se encerrar.

A ferramenta dispõe de itens que planejam e controlam com praticidade as atividades diárias, avisos visuais e sonoros, sistema de recompensa para as metas alcançadas, personalização de tarefas com fotos e vídeos familiares, relatório semanal do desempenho das tarefas, entre outros, e foi criada pela Jujuba, empresa de tecnologia e informação que oferece serviços e materiais pedagógicos para crianças e adolescentes com dificuldade de aprendizado, autismo (TEA) e outras síndromes.

“Nosso propósito é levar informação e aprendizado, contribuindo para que essas pessoas e suas famílias tenham uma vida mais independente, autônoma e integrada à sociedade. Este app é baseado no método ABA (Análise do Comportamento Aplicado) que é referência mundial para organizar comportamentos”, destaca a empresária Ana Carolina Felício, responsável pelo aplicativo, ainda sem data oficial para lançamento para as plataformas Android.

Na prática

O app “Jujuba” pode ser utilizado de várias formas, como no auxílio ao beber água. Outras atividades também podem ser executadas como lembrete do horário de medicamento, planejamento da rotina diária, uso do banheiro, entre outras. “O Jujuba é uma ajuda para os responsáveis se envolverem de forma atraente com as pessoas diagnosticadas com desenvolvimento atípico. O bacana é que a própria criança gerencia suas metas e seus prêmios de acordo com seus avanços. Em cada conquista é importante os responsáveis fazerem muita festa para motivar ainda mais”, alerta Ana Carolina.

Antes de ser lançada, a ferramenta foi testada por famílias que convivem com autismo ou desenvolvimento atípico. “A possibilidade de mostrar para o meu filho as atividades do dia a dia e fazer com que ele interaja com o aplicativo, tirando fotos das ações, das brincadeiras, das profissionais que trabalham com ele, para mim foi a melhor experiência de uso”, considera o professor universitário Everton Nascimento, de Florianópolis, pai de Pedro – portador de síndrome de Asperger.

A fotógrafa Tonnia Coelho Nacev, de Ribeirão Preto, mãe de Maria Cecília, de 4 anos, diagnosticada com TEA, também participou do projeto piloto do app e o classificou como intuitivo e interativo. “Facilita a compreensão da rotina diariamente. A Cissa se deu muito bem, mexe sozinha em tudo, adorou! A hora de dormir sempre foi a mais crítica, agora eu coloquei o Jujuba para despertar para contar historinhas. Como ela pega as coisas muito rápido, já sabe que quando toca o alarme é hora da historinha para dormir”, revela.

Foto: Divulgação

Fonte: Aplicativo ‘Jujuba’ auxilia na rotina diária de pessoas com autismo | Notícias – Revide

Excesso de ácido fólico na gravidez dobra risco de autismo | Saúde | Notícias | VEJA.com

 

Gravidez
De acordo com o estudo, o excesso dos nutrientes folato (um tipo de vitamina B) ou de sua versão sintética, o ácido fólico, e da vitamina B12 durante a gravidez, aumentam o risco de uma criança desenvolver autismo em 17,6 vezes(Thinkstock/VEJA)

Excesso de ácido fólico na gestação pode aumentar em até duas vezes o risco de autismo na criança. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, apresentado nesta sexta-feira durante o Encontro Internacional para Pesquisa sobre Autismo de 2016, em Baltimore.

A ingestão de folato – uma vitamina B, encontrada em alimentos como brócolis, feijão e tomate – ou de ácido fólico – sua versão sintética – é aconselhada por especialistas principalmente no primeiro trimestre da gravidez, pois a substância estimula o desenvolvimento neurológico do feto. Entretanto, no novo estudo, os cientistas encontraram níveis de folato quatro vezes mais altos do que o adequado nas mães de crianças com autismo logo após darem à luz. Esse excesso foi relacionado ao transtorno.

Sabe-se que ingestão dessa vitamina pode reduzir em até 75% o risco de má formação no tubo neural do feto, o que previne diversos problemas neurológicos, como anencefalia, paralisia de membros inferiores, incontinência urinária e intestinal, retardo mental e dificuldades de aprendizagem. As autoridades de saúde dos Estados Unidos e o Conselho Federal de Medicina (CFM) no Brasil recomendam a ingestão de 400 microgramas por dia da substância neste período da gestação.

“A suplementação adequada é protetora: isso ainda é o caso com o ácido fólico e o folato em geral. Sabemos há muito tempo que a deficiência de folato em mulheres grávidas é prejudicial para o desenvolvimento dos filhos, mas o que esse novo estudo nos diz é que quantidades excessivas também podem causar danos. Nós devemos buscar níveis ideais deste importante nutriente”, disse Daniele Fallin, uma das autoras do estudo.

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Pesquisa – Para chegar a estes resultados, os pesquisadores acompanharam 1.391 crianças desde o seu nascimento, de 1998 até 2013, e mediram os níveis de folato no sangue das mães logo após o parto.

Ao longo deste período, 100 crianças foram diagnosticadas com algum tipo de autismo e os resultados das análises sanguíneas mostraram que 10% das mães tinham uma quantidade considerada excessiva de ácido fólico, e 6% tinham uma quantidade excessiva de vitamina B12.

Estudos anteriores mostraram que altos níveis de vitamina B12 podem ser prejudiciais em grávidas, triplicando o risco de o feto desenvolver autismo. Assim, de acordo com o novo estudo, se ambos os nutrientes – folato e vitamina B12 – estiverem em excesso, o risco de uma criança desenvolver a doença aumenta 17,6 vezes.

A maioria das mães que participaram do estudo admitiu ter tomado multivitamínicos, o que incluía ácido fólico e vitamina B12, durante a gestação. Mas os pesquisadores não souberam explicar o porquê apenas algumas delas tinham níveis tão elevados das substâncias no sangue.

Algumas hipóteses levantadas sugerem que, além de comer muitas frutas e vegetais ricas em folato, essas mulheres também tenham consumido alimentos fortificados com ácido fólico ou suplementos em excesso. Ou ainda, pode ser que algumas delas sejam geneticamente predispostas a absorver maiores quantidades da substância ou metabolizá-la de forma mais lenta. Ou até uma combinação dos dois fatores.

Apesar dos resultados, os autores recomendam que mulheres grávidas continuem ingerindo maiores quantidades de folato ou ácido fólico principalmente durante o primeiro trimestre da gestação. “O que precisamos descobrir agora é se deve haver recomendações adicionais sobre qual é a dose ideal desse nutriente durante toda a gestação”, afirmou Ramkripa Raghavan, uma das autoras da pesquisa, ressaltando a necessidade de mais pesquisas.

(Da redação)

 

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