Nutrição: Conheça os benefícios do peixe para a saúde

 

A nutricionista Rita Helena B. Pinheiro fala sobre os benefícios do peixe para a saúde. Médicos e nutricionistas recomendam seu consumo ao menos duas vezes na semana. O peixe é fonte de proteínas que são absorvidas com mais facilidade do que a das outras carnes. São essenciais na digestão, na produção de anticorpos, na coagulação do sangue, controle do colesterol, entre outras funções. É também rico em nutrientes como ferro, iodo,magnésio, cálcio, sódio, fósforo e vitaminas A, E e D. Quer mais detalhes? Assista ao vídeo e insira o peixe em sua dieta potencializando sobremaneira sua saúde e qualidade de vida.

Nutrição: Conheça os benefícios do peixe para a saúde.

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Folha de S.Paulo – Serafina – Tomar cápsulas da própria placenta virou moda entre mães americanas – 25/08/2013

Folha de S.Paulo - Serafina - Tomar cápsulas da própria placenta virou moda entre mães americanas - 25/08/2013

Sara Pereira chega com um balde e uma mala de rodinhas. Coloca suas luvas cirúrgicas e limpa o balcão da cozinha e todos os seus apetrechos. A dona da casa, com seu bebê recém-nascido no colo, observa. Sara traz uma panela de aço inoxidável vermelha, uma faca profissional, um “desidratador” e um “mixer”. Começa a cozinhar no vapor a peça que tirou da geladeira, e um cheiro de carne toma conta do ambiente. No cardápio, a mais nova obsessão de muitas mães nos Estados Unidos: placenta. No caso, a placenta da produtora de TV Stacie Krajchir, 45, que pagou cerca de R$ 650 pelo trabalho de Sara. Cozido e desidratado, o órgão é triturado e transformado em cápsulas que, segundo quem acredita, combatem depressão pós-parto, ajudam na produção de leite e na reposição de hormônios.

Folha de S.Paulo – Serafina – Tomar cápsulas da própria placenta virou moda entre mães americanas – 25/08/2013.

Como fazer uma caixa de medicamentos

Com tantos riscos ao nosso redor, ralar o braço ou perna, sofrer um pequeno corte ou furo em alguma parte do corpo é quase sempre inevitável. Nestas situações, ter uma caixa de medicamentos torna-se indispensável, porque ali tem todos os produtos que você vai precisar para fazer um curativo. Você também poderá reunir em um único lugar todos os remédios para tudo ficar mais prático e não correr o risco de perder algum. Uma caixa de medicamentos é muito simples de fazer, veja as dicas e faça a sua, para ter por perto sempre que necessário.

Materiais necessários
Caixa de qualquer tamanho (com divisória, de preferência)
Etiqueta auto adesiva grande
Figuras com a temática medicamentos (desenho de enfermeira ou médico, símbolo da cruz vermelha, band-aid, etc).
Produtos que devem ser guardados na caixa de medicamentos
Os produtos básicos que devemos ter numa caixa de medicamentos são: Band-aid; Tesoura; Álcool; Pomada para queimaduras; Antisséptico (Merthiolate é o mais comum. Opte pelo que não arde); Gaze; Esparadrapos; Algodão; Cotonete.
Se você ou algum parente seu toma remédios, use uma parte da divisória exclusivamente para colocar estes remédios remédios e cole uma etiqueta com o nome da caixa do produto. Também poderá criar uma espécie de agenda para controlar o dia e hora em que o remédio deve ser tomado. Medicamentos como remédio para dor de cabeça, anti-concepcional, cólica e gripe podem ser colocados numa caixa um pouco maior e guardados junto ou separado da caixa de medicamento, você escolhe. O fato é que é mais comum usar estes remédios, então tê-los todos juntos e poder tirá-los de perto dos outros é mais prático e você saberá onde estão os remédios que usa com mais frequência.
Como fazer caixa de medicamentos
Acompanhe o passo a passo de como fazer sua caixa de medicamentos e tenha um suporte eficiente para contra tempos.
Passo a passo
Limpe bem a caixa com um lenço e álcool e espere secar ou use a parte seca do pano para isso. Cole os adesivos na caixa como quiser.
Em seguida, separe todos os materiais que colocará dentro da caixa e deixe-os bem organizados, um ao lado do outro.
Coloque tesouras e outros objetos que possa cortar em um protetor de plástico, para que ninguém se machuque com eles.
Caixas de medicamentos e outros objetos pequenos também devem ser colocados um ao lado da outro, evite empilhá-los, pois isso dificulta achar os produtos. Dê preferência as caixinhas transparentes.
Dicas
Coloque a caixa em lugar alto. Ela não deve ficar ao alcance de crianças, pois possui objetos pequenos, vidros que podem cair e quebrar e líquidos que podem ser engolidos.
Fique atento a data de validade dos produtos. Se preferir pode escrever numa pequena etiqueta alto adesiva e colar na embalagem, assim você sempre ficará atento a data.
Lave muito bem as mãos antes de manusear os objetos de curativo e mesmo com as mãos limpas evite contato com a parte que cobrirá o machucado.
Pete / Flickr
Estas foram algumas dicas para você fazer a sua própria caixa de medicamentos. Se você ainda não tem a sua, considere fazer a sua, pois costumam ser de grande ajuda. Com certeza você tem medicamentos em sua casa, guardados em algum lugar, reuni-los em um mesmo local e principalmente numa caixa, que é de fácil manuseio e pode ser carregada para qualquer lugar ajuda bastante no dia-a-dia. Por falar em praticidade, também poderá criar uma mini caixa de medicamentos com produtos de primeiros socorros e levá-la com você na bolsa ou no carro.
(Imagem destaque: Sarah / Flickr)

Comomofas

G1 – Médicos britânicos desenvolvem animações gigantes para aulas – notícias em Ciência e Saúde

 

Dois médicos britânicos criaram um sistema que usa uma animação em 3D gigante para ajudar estudantes de medicina a compreender melhor o assunto das aulas. Os dois mostraram um gráfico 3D de um rim com quatro metros para demonstrar a função renal durante uma aula na semana passada.

Estas animações foram desenvolvidas por Kapil Sugand, que trabalha no St. George’s Hospital e no Imperial College, ambos em Londres, e pelo médico Pedro Campos, do St. George’s Hospital.

Eles dizem que a técnica não pode ser chamada de holograma, pois é baseada em um tipo de ilusionismo que combina placas de vidro com métodos especiais de iluminação para fazer com que as imagens apareçam flutuando no ar. As imagens são animadas e podem ser controladas pelo palestrante.

Para criar as animações, são usados três projetores que geram imagens coloridas no palco e foram projetadas para serem usadas em um grande auditório.

Criadores do projeto afirmam que 3D é melhor para

palestras do que slides 2D (Foto: BBC)

Os médicos afirmam que queriam facilitar a absorção de uma grande quantidade de detalhes e informações, necessários para que os estudantes de medicina passem em provas importantes.

Os estudantes podem participar de até nove horas de aulas e palestras por dia e normalmente estudam seis anos para conseguir a qualificação necessária para exercer a profissão.

“A pesquisa em ciências educacionais mostrou que a capacidade de prestar atenção de um estudante médio dura entre 20 e 30 minutos, mas as aulas padrão duram pelo menos uma hora”, disse Sugand à BBC.

“O corpo humano é uma máquina muito complexa. É muito difícil compreender como um rim ou fígado funcionam com slides de Powerpoint, por exemplo.” Um “corpo humano holográfico” já foi testado em uma aula de anatomia no Imperial College, mas o projeto não visava uma grande audiência, segundo Sugand. “Isto (o projeto) pode ser uma forma de ensinar procedimentos cirúrgicos para um grande grupo de alunos”, afirmou o médico.

Resposta positiva e custos

A resposta dos alunos do primeiro ano de medicina no St. George’s Hospital, da Universidade de Londres, que participaram da aula com a nova animação 3D foi positiva. “Passamos muito tempo olhando manuais e ouvindo aulas para tentar entender os assuntos e acho que isto (a animação) tornaria várias áreas médicas mais fáceis de entender”, disse Hannah Barham.

“Como conceito é fantástico, mas não acho que vai substituir a aula tradicional no momento, pois não é possível personalizar (as animações para cada aula)”, afirmou outro aluno, Andrew Salmon. Sugand admite que as animações visam ser uma ferramenta a mais e não se transformariam em substitutas para o uso de corpos em aulas de anatomia.

“Nada pode substituir a dissecação de um corpo, é a melhor e mais tradicional forma de aprender anatomia. (O uso de ferramentas) Multimídia se transformou em uma forma de complementar e não de substituir aquele processo”, disse.

Sugand e Campos gastaram 10 mil libras (cerca de R$ 33,9 mil) para elaborar um pequeno acervo de imagens em 3D, incluindo uma sequência que destaca os efeitos da malária em várias partes do corpo. O dinheiro veio das universidades onde os dois trabalham e também dos pais de Pedro Campos.

Apesar da demonstração bem-sucedida da animação durante uma palestra, a universidade que sediou o evento já informou que o projeto ainda não deverá ser aplicado. “O custo seria muito alto. Neste estágio é mais uma prova do conceito”, disse um porta-voz do hospital St. George’s Hospital e da Universidade de Londres.

viaG1 – Médicos britânicos desenvolvem animações gigantes para aulas – notícias em Ciência e Saúde.