Artistas que sofrem de doenças graves e você não sabia

A fama traz um preço muito caro para todos: o fim de suas privacidades é quase certo, mas alguns precisam se afastar das lentes para tratar de problemas de saúde. Nesta lista, você conhecerá alguns #Famosos que passam por problemas sérios de saúde.

A atriz Halle Berry, conhecida por filmes como ‘Mulher Gato’ e ‘007: Um novo dia para Morrer’, descobriu quando tinha 23 anos ser portadora de diabetes. Enquanto trabalhava em um programa de TV, a atriz desmaiou e entrou em coma causado pela doença. Após passar uma semana sem consciência, a atriz passou a ter noção do quão grave era sua situação.

Jack Ousborne, filho do roqueiro Ozzy e sua esposa Sharon, conhecido por participar do reality show que tinha como centro a vida de sua família, Jack precisou sumir dos holofotes para cuidar da esclerose múltipla que ele descobriu portar.

#Miley Cyrus, atriz e cantora precisa tomar cuidado durante suas apresentações em seus shows. O motivo é que a cantora de ‘We Can’t Stop’ sofre de taquicardia, doença que ela descobriu ainda em sua infância e faz seu coração bater mais rápido que o normal.

O ator Michael J. Fox, que viveu Marty McFly na franquia ‘De Volta para o Futuro’ teve que dar uma pausa em sua carreira por ter descoberto que é portador de mal de Alzheimer, doença que altera sua coordenação motora.

A atriz Pamela Anderson, um dos maiores sex simbols dos anos 1990, assumiu ser portadora de Hepatite C. Ela adquiriu a doença por ter usado a mesma agulha que o marido Tommy Lee, que era portador, para fazer uma tatuagem.

Cher, cantora e atriz vencedora de um Oscar pelo longa ‘Feitiço da Lua’, precisou de uma pausa em sua carreira por ter adquirido Epstein-Barr, vírus causador da mononucleose.

A cantora Tony Braxton, conhecida principalmente pelo seu single ‘Un-Break My Heart’ revelou ter lúpus, doença que herdou de seus familiares. Um irmão e um tio possuíam a lástima.

Aos treze anos, o ator e cantor Nick Jonas descobriu ter diabetes. O Jonas Brother segue sua carreira normalmente. Assim como ele, o apresentador Jimmy Kimmel segue seu trabalho mesmo após ter descoberto ter narcolepsia, doença que causa sonolência excessiva.

#selena gomez, estrela de produções da Disney como ‘Feiticeiros de Waverly Place’ possui Lúpus, recentemente ela foi internada para tratar da doença. Ela cancelou sua turnê para tal.

Fonte: Artistas que sofrem de doenças graves e você não sabia

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De zika a rubéola: as doenças que podem causar más-formações em fetos – Notícias – Saúde

Não é só o vírus zika que pode trazer complicações para o bebê se a mãe for infectada durante a gravidez. Outras doenças podem provocar problemas na formação do feto, sobretudo se adquiridas pela mulher nos três primeiros meses de gestação.

Rubéola, toxoplasmose, sífilis e infecções causadas pelo citomegalovírus são as principais causas conhecidas de más-formações fetais – entre elas a microcefalia, quando o bebê nasce com o diâmetro da cabeça igual ou inferior a 32 centímetros.

A rigor, no entanto, muitas infecções consideradas banais, como a gripe, podem, ainda que raramente, acarretar problemas para o embrião. Sem falar em outras condições, como o uso de drogas e o consumo excessivo de álcool, ou mesmo a exposição à radiação. E há também as causas genéticas: alterações no cromossomo que podem provocar danos cerebrais.

“A microcefalia pode ocorrer sempre que houver uma lesão cerebral significativa na fase de crescimento acelerado do cérebro, não é um problema específico de uma doença ou condição”, explica o chefe da neuropediatria da Unifesp, Luiz Celso Vilanova. “Essa fase de crescimento é crucial nos primeiros três meses de gestação, mas se estende ainda por meses após o parto.”

Até a constatação da relação entre o zika e o nascimento de bebês com microcefalia, o grande temor das grávidas sempre foi a rubéola. A infecção durante a gravidez pode causar diferentes tipos de má-formação fetal. Problemas de audição, de visão, doenças ósseas, alterações cardíacas e microcefalia são algumas das complicações decorrentes da infecção na gestante.

Mas a vacina existe e já está, inclusive, disponível no calendário regular de vacinação, o que vem fazendo diminuir muito a ocorrência da doença. O problema tende a se tornar cada vez mais raro, como aconteceu com o sarampo.

“Houve uma época em que havia enfermarias só para casos de sarampo”, lembra o pediatra e infectologista Paulo Cesar Guimarães, diretor da Faculdade de Medicina de Petrópolis. “Hoje, isso não existe mais.”

O sarampo também era uma das doenças que causava problemas aos fetos, mas, agora, com a vacinação em massa da população, deixou de ser uma ameaça. Eventualmente, com a interrupção da vacinação por algum motivo, o risco pode retornar – daí a importância de se seguir à risca o calendário de vacinas, alertam os especialistas.

Uma infecção para a qual não há vacina e com a qual as grávidas devem tomar cuidados é a toxoplasmose. A doença é causada por um protozoário que pode estar presente nas fezes de felinos e também em carnes malpassadas. Em geral se trata de uma febre branda.

“Normalmente é uma doença simples, que passa despercebida”, explica o obstetra e ginecologista Alex Sandro Rolland de Souza, especialista em medicina fetal do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), um dos centros de referência para microcefalia de Recife. “Na gravidez, no entanto, pode causar más-formações cerebrais no feto, entre elas a microcefalia.”

Existe tratamento para a toxoplasmose e, se a doença for diagnosticada rapidamente, o risco de acarretar problemas para o feto diminui muito.

Outras infecções que podem causar problemas são aquelas causadas por citomegalovírus. Embora a infecção em si não seja grave, em geral apenas uma febre branda, as consequências para o feto podem ser sérias, sobretudo porque não há tratamento para a doença. No feto em formação essas infecções podem causar alterações no sangue, problemas de audição, microcefalia.

A sífilis é um outro problema para o qual as grávidas devem estar alertas. A doença, causada por uma bactéria, é sexualmente transmissível. Antigamente, quando não havia penicilina, representava um grande problema de saúde. Hoje, continua sendo considerada uma doença grave, porém tratável. No entanto, se acometer grávidas, pode trazer complicações de formação fetal, sobretudo anomalias ósseas.

De acordo com os médicos, cada uma dessas doenças ou condições que podem acometer as grávidas promovem alterações de formação relativamente similares.

Mas há particularidades dependendo de cada caso. Por exemplo, a rubéola é a única a provocar complicações cardíacas, enquanto que no caso da toxoplasmose, as complicações costumam ser mais oculares. A má-formação do crânio pode ocorrer em decorrência de todas elas, também com algumas peculiaridades.

“As infecções pelo citomegalovírus costumam provocar os danos mais extensos, mas isso pode variar muito”, afirma Vilanova. “E sempre há casos de apresentações não usuais.”

Para o chefe da neuropediatria da Unifesp, ainda é cedo para falar de características específicas dos casos de microcefalia relacionados ao vírus zika.

“Temos ainda poucos casos comprovados cientificamente da relação entre o zika e a microcefalia para tirarmos um padrão conclusivo”, diz ele. “Por enquanto, há muitos casos inferidos (em que a mãe relata ter tido um problema cujos sintomas são similares aos do zika, mas sem comprovação por teste). Estamos na fase inicial do problema e querer tirar conclusões definitivas é muito precoce.”

Um fator que conta muito para a extensão da lesão, no entanto, é o momento em que a gestante contrai a doença. Os especialistas concordam que o período mais crítico da gestação é o primeiro trimestre. Os primeiros três meses da gravidez equivalem ao período em que os principais órgãos e sistemas do embrião estão se formando e qualquer agente externo pode ter um impacto grave neste processo.

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“De maneira geral, podemos dizer que quanto mais precoce (na gravidez) for a ocorrência da doença, mais graves são as repercussões que podem ser causadas no feto”, explicou Rolland de Souza.

Em estágios mais avançados da gravidez – e, sobretudo, no final -, a repercussão tende a ser muito branda ou mesmo nula.

A prevenção desses problemas, obviamente, varia. A mulher deve sempre estar vacinada para as doenças cujos imunizantes estão disponíveis. Deve se prevenir de picadas de mosquitos, usando repelente ou andando mais coberta. Deve evitar a ingestão de carne malpassada e o contato com fezes de gato, no caso da toxoplasmose. E deve evitar locais fechados com muita aglomeração de pessoas – ambiente propício para o citomegalovírus e outros vírus mais comuns.

“Mas, claro, sempre existe um risco”, diz Luiz Celso Vilanova.

Rolland de Souza lembra ainda que embora a dengue e a chikungunya sejam também febres causadas por um arbovírus, como a zika, nunca se estabeleceu nenhuma relação entre a infecção por essas doenças e o nascimento de bebês com problemas de formação.

“E a dengue, como é uma doença mais grave, que pode levar à morte, é muito mais estudada, há muito mais tempo, e em várias partes do mundo”, acrescenta Paulo Cesar Guimarães. “E nunca nada neste sentido foi constatado.”

Rolland de Souza lembra, no entanto, que entre as gestantes que contraíram dengue ou chikungunya se nota uma taxa maior de partos prematuros. E, portanto, as gestantes devem estar atentas ao problema.

 

Fonte: De zika a rubéola: as doenças que podem causar más-formações em fetos – Notícias – Saúde

Bem Estar – Saiba quais repelentes realmente protegem contra o Aedes aegypti

Zika vírus: um país inteiro em estado de alerta! Cientistas e médicos ainda não sabem o tamanho exato do perigo, mas já sabem o que você deve fazer pra se proteger do mosquito que transmite a doença. Usar o repelente é fundamental, mas qual? Os infectologistas Caio Rosenthal e Arthur Timmerman e o ginecologista e obstetra Heron Werner Jr. tiraram as principais dúvidas.

Repelentes
Uma vez que o mosquito existe, nos resta tentar afastá-los da gente. A Anvisa aprova três princípios ativos de repelentes, o que os diferencia é o tempo de ação:

IR3535 – 4h
DEET – 6h-8h (com concentração de 20%)
ICARIDINA – 10h

Sintomas
Uma em cada cinco pessoas contaminadas por zika pode sentir:
– Febre
– Mal estar
– Manchas vermelhas na pele com coceira
– Conjuntivite
– Dores articulares

Esses sintomas duram de cinco a sete dias, depois desaparecem. A maioria das pessoas contaminadas não tem sintomas.

Hábitos do mosquito Aedes
– Aparece mais no período da manhã e do meio para o fim da tarde.
– Prefere ambientes quentes
– Tem hábitos rasteiros, não ultrapassa 1,5 m de altura.
– Gosta de ficar escondido em cortinas, embaixo do sofá, armários e camas.
– Quando pica a nossa pele, normalmente não dói como a picada do pernilongo Culex, por exemplo. Isso porque o Aedes tem uma espécie de anestésico na saliva, que faz a gente não sentir a picada. Sentimos mais o mosquito pousar do que a picada.
– Aquele mosquito que voa alto, que pica a gente à noite, que fica zunindo no ouvido, normalmente não é o Aedes.

 

 

Microcefalia
O risco maior da infecção pelo zika se dá na fase de desenvolvimento córtex cerebral do feto, ou seja, os primeiros quatro meses de gravidez. No início da gestação, o vírus pode causar lesões no cérebro e interferir em fases do desenvolvimento do encéfalo.

Não necessariamente uma grávida infectada pelo vírus zika terá um bebê com microcefalia, porém estudos apontam um risco relevante, então se faz imprescindível o acompanhamento pré-natal para as gestantes, muito embora os danos causados no cérebro do feto em caso de microcefalia sejam irreversíveis.

Microcefalia é uma condição neurológica em que o tamanho da cabeça é menor do que o tamanho típico para a idade do feto ou criança. Pode ser congênita, adquirida ou desenvolver-se nos primeiros anos de vida. Dentre as causas congênitas estão zika vírus, o consumo abusivo de álcool e drogas, diabetes materna mal controlada, hipotireoidismo materno, insuficiência placentária, anomalias genéticas, exposição à radiação e outras infecções, como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose.

Diagnóstico
Durante o ultrassom, é possível saber se a criança está com o tamanho da cabeça normal para aquela idade ou não. Para saber se há algum tipo de comprometimento ainda dentro do útero, a ressonância magnética é mais precisa. Isso porque tem-se observado  em alguns bebês o fechamento da calota craniana. Se isso acontece, o som não consegue passar e não é possível enxergar por dentro.

O diagnóstico depois do nascimento é feito pelo tamanho da cabeça (menor que 32cm) e o grau de comprometimento só é possível avaliar através da tomografia.

 

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Fonte: Bem Estar – Saiba quais repelentes realmente protegem contra o Aedes aegypti

Bem Estar – Entenda quando um hematoma pode significar algo mais grave

Fonte: Bem

Quem nunca bateu em uma mesa e ficou com uma mancha roxa? Mas você sabe por que ela acontece? O Bem Estar desta segunda-feira (24) falou sobre as manchas roxas pelo corpo e também sobre a púrpura. Para falar sobre o assunto convidamos a consultora e dermatologista Márcia Purceli e a hematologista Ana Clara Kneese.

 

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As manchas roxas são sangramentos que acontecem na pele ou nas camadas logo abaixo dela. Algumas vezes esses sangramentos acontecem em camadas mais internas e só depois de alguns dias escorrem para a superfície e se tornam visíveis.

As manchas são classificadas em três tipos: petéquias (pontos vermelhos), equimoses (mancha vinhosa) e hematomas (grandes manchas roxas).

 

Geralmente, essas manchas surgem por algum problema de coagulação ou por trauma local. Normalmente elas não significam nada de grave, mas você deve procurar um hematologista quando a mancha surge sem causa mecânica, se junto com a mancha vem um sangramento no nariz e na boca, se a mancha for desproporcional ao trauma sofrido ou se ela vier acompanhada por outro sintoma como febre ou dor.

Não há fórmula secreta para diminuir o roxo. Passar escova de cabelo, colocar bife, batata. O segredo é esperar. Colocar gelo logo após a pancada também pode ajudar. O sangue é reabsorvido naturalmente pelo corpo.

Púrpura
A mancha roxa pode ser sinal de uma doença grave: a Púrpura Trombocitopênica. O sistema imunológico de quem tem essa doença desconhece as plaquetas como parte do organismo e começa a produzir anticorpos que passam a ataca-las e destruí-las.

As plaquetas são responsáveis pela coagulação do sangue e ajudam a interromper um sangramento no caso de um ferimento. O nível normal de plaquetas no nosso sangue varia de 200 mil a 400 mil.

 

Estar – Entenda quando um hematoma pode significar algo mais grave