Casos de pedras no rim aumentam no verão; saiba prevenir

O intenso calor do verão, associado ao aumento da transpiração e a falta de ingestão adequada de água, pode gerar sérios riscos para o surgimento da doença popularmente conhecida como pedra nos rins. O alerta é do Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que é referência no tratamento de litíase, realizando mais de 50 cirurgias mensais somente nessa área.
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Segundo o urologista Claudio Murta, do Hospital do Homem, nos períodos mais quentes do ano, há um aumento de cerca de 30% no atendimento a casos de cálculos renais.

Segundo o profissional, mudanças na alimentação, a constante reposição de líquidos e a atenção à coloração da urina são algumas das principais orientações para evitar o surgimento de cálculos renais.
A dieta ideal para a saúde dos rins inclui o consumo de cerca de dois litros de água por dia
A dieta ideal para a saúde dos rins inclui o consumo de cerca de dois litros de água por dia
Foto: Getty Images

Para Claudio Murta, no verão, a dieta ideal para a saúde dos rins inclui essencialmente o aumento da ingestão de água, cerca de dois litros ao dia, e de sucos de frutas cítricas, associado à diminuição do uso de sal nos alimentos.

As refeições diárias devem conter mais verduras, legumes e frutas. Os frutos do mar, por exemplo, ainda contém altas doses de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. “É importante também considerar a redução de frituras e carne vermelha nesta época de calor”, enfatizou o urologista.

Mais de 15% da população mundial apresenta cálculos renais, sendo que na maioria dos casos é possível expelir as pedras naturalmente, pela urina. Para evitar esse transtorno, o médico explica que a maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo está ao observarmos a coloração da urina. “Quanto mais transparente estiver a urina, melhor. Se estiver com aparência amarelada e escura, é sinal de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado, longe dos cálculos renais”, explicou.

É importante que o paciente esteja atento para os perigos das receitas caseiras, como chás popularmente conhecidos como ‘quebra-pedras’. “Nos casos de dores e cólicas renais, os pacientes com cálculos renais devem procurar o médico urologista para evitar infecções graves”, ressalta.

Função dos rins

Diariamente, os rins produzem entre 1,5 e 2 litros de urina – que é responsável por eliminar as toxinas geradas pelo organismo. Quando a saúde é prejudicada pela falta de ingestão de água e alimentação inadequada, os rins não conseguem expelir as substâncias tóxicas e desequilibram a função de outros órgãos, propiciando o aparecimento de diversas doenças. Além de eliminar toxinas, os rins também são responsáveis pela regulação da pressão arterial e o controle da quantidade de sal e água do corpo. Os rins também filtram o sangue e produzem hormônios que evitam anemias e doenças ósseas.
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Fonte: Casos de pedras no rim aumentam no verão; saiba prevenir

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Como fazer remédio caseiro para pedras nos rins: 4 receitas – Comofas

Como fazer remédio caseiro para pedras nos rins: 4 receitas

 

As Pedras nos Rins são acúmulos atípicos de sais minerais que se cristalizam, são formadas como depósitos de ácido úrico ou cálcio que constroem até formarem uma pedra. Estas pedras se formam nos rins e, durante a passagem pelo ureter, podem se alojar em qualquer parte do trato urinário e na bexiga.

As pedras são essencialmente compostas de oxalato de cálcio, mas ácido úrico, cistina e outros componentes podem também estar presentes. Por isso vamos te dar as dicas de como fazer remédio caseiro para pedras nos rins, para aliviar os sintomas e quem sabe até curar a doença.

Em muitas pessoas as pedras podem sair que seja percebido porque eles são muito pequenos. Quando eles são muito grandes para passar facilmente através do trato urinário provocam dor e bloqueio. Geralmente a dor de passar uma pedra no rim é muito intensa e pode  levar o paciente ao hospital.

O tratamento tradicional pode incluir remédios contra a dor via oral ou injetável e Litotripsia, que é a quebra a pedra com as ondas sonoras, além da habitual cirurgia. Mas há também as receitas de  como fazer remédio caseiro para pedras nos rins que são eficazes.

A ingestão de muitos líquidos, especialmente água, geralmente é considerada uma boa medida preventiva. Além de manter-se bem hidratado você pode utilizar as dicas de como fazer remédio caseiro para pedras nos rins que ajudam a prevenir o acúmulo de ácido úrico no sistema e pode manter o trato urinário limpo para que depósitos não fiquem muito grandes.

Como fazer remédio caseiro para pedras nos rins

Dica 1: Abuse dos chás diuréticos, cabelo de milho, tomateiro, chapéu de couro, folha de abacateiro e outros que ajudam a eliminar as pedras.

Dica 2- Chá de Quebra pedra – Este chá  ajuda a evitar que os cálculos se formem e age principalmente na prevenção do aparecimento de novas pedras, comprovada clinica e cientificamente.

Dica 3: Folha de amoreira, faça o chá com 15 g de folhas secas de amoreira negra e 1 litro de água. Coloque as folhas na água fervente e deixar repousar por 15 minutos. Em seguida coar e tomar o chá 4 vezes ao dia. Sua propriedade diurética ajuda na eliminação das pedras nos rins.

Dica 4: Chá de Chapéu-de-Couro geralmente utilizado pelas suas propriedades diuréticas e depurativas que, combinadas, ajudam a eliminar pedras nos rins. Prepare o chá com 1 grama de folhas de chapéu-de-couro secas e 150 ml de água. Coloque as folhas em uma panela com a água e deixar ferver durante 10 minutos. Pode ser bebido logo após o preparado e até 3 vezes por dia.

As receitas de como fazer remédio caseiro para pedras nos rins podem ajudar eliminar algumas pedras, mas as maiores podem continuar nos rins, para saber como retirá-las procure um médico.

 

Cuidado! Uso excessivo de anti-inflamatórios pode prejudicar os rins – Notícias – R7 Saúde

Você é do tipo que toma uma remédio para qualquer dorzinha? Fique atento, pois remédios anti-inflamatórios e analgésicos comprados sem prescrição médica nas farmácias devem ser usados com cautela, principalmente por pessoas que sofrem de problemas nos rins.

De acordo com o nefrologista, Rui Alberto Gomes, dos Institutos de Nefrologia de Mogi das Cruzes e de Suzano, medicamentos, como aspirina, diclofenaco e ibuprufeno, podem causar agressão aos rins, ao estômago, retenção de líquidos e aumento da pressão arterial.

— Ninguém deve tomar qualquer remédio por conta própria, mas pacientes com problemas renais especialmente não podem tomar alguns analgésicos e anti-inflamatórios porque eles podem agravar a doença renal. Quando há necessidade, o médico deve ser informado sobre o problema.

Especialista condena automedicação para pacientes com dor crônica

Gomes ainda explica que o consumo excessivo e a longo prazo de certos remédios pode danificar os rins, inclusive os que são saudáveis, diminuindo progressivamente as funções renais. Em alguns casos, o uso prolongado pode comprometer completamente o órgão e a pessoa ser encaminhada para tratamento de diálise, no qual uma máquina faz a “limpeza” do organismo, retirando o excesso de líquido e as toxinas do sangue. O procedimento geralmente é feito três vezes por semana durante quatro horas cada.

Por isso, quando sentir uma dor não tome nada por conta própria. Mesmo os remédios que parecem inofensivos são perigosos e só devem ser usados sob orientação médica e não podem ultrapassar o período recomendado.

Cuidado! Uso excessivo de anti-inflamatórios pode prejudicar os rins – Notícias – R7 Saúde.

Atendimento a pacientes com problemas renais crônicos tem novas regras ditadas pelo Ministério da Saúde

O Diário Oficial da União da última sexta-feira apresentou a publicação de uma portaria do Ministério da Saúde, na qual é determinada a ampliação do atendimento de serviços de nefrologia a pacientes com doença renal crônica (DRC) emestágio inicial de desenvolvimento. Para a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), presidida por Daniel Rinaldi dos Santos, tal avanço gera maior chance de acompanhamento dos pacientes em um momento bastante favorável às ações de combate ao problema, antes que ele gere maiores complicações.

Segundo Rinaldi, a maioria dos pacientes hoje em dia é encaminhada aos especialistas já em estágio grave da doença, precisando passar por diálise. O presidente da SBN ainda salientou que, muitas vezes, pacientes em estágio inicial de DRC passam pelas unidades básicas de saúde, mas não têm o mal identificado e, quando há o diagnóstico, não há para onde o enfermo ser encaminhado pela unidade.

Com a nova portaria do Ministério da Saúde, porém, pacientes diagnosticados em estágiosiniciais de doença renal crônica receberão acompanhamento ambulatorial, e ainda terão a oportunidade de realizar exames periódicos, para o acompanhamento da evolução do quadro da doença.

Pacientes pegos de surpresa

A SBN registra que pelo menos 70% do total de pacientes que passam por diálise sequer sabiam que sofriam de doença renal crônica. Há até mesmo casos mais graves, em que a pessoa, ao descobrir a DRC, já é encaminhada para a fila do transplante de rim.

A portaria cria ainda a Unidade Especializada em DRC. Esta unidade poderá ser instalada em ambulatórios ou consultórios, e servirá para realizar o acompanhamento de pacientes em estágio avançado da doença, por uma equipe composta por médico nefrologista, psicólogo, assistente social e nutricionista.

Daniel Rinaldi dos Santos ainda enfatizou que a doença renal crônica é causada principalmente por hipertensão e diabetes, e afeta 15 milhões de brasileiros. Ela causa mau funcionamento dos rins, órgão responsável por “filtrar” o sangue, removendo impurezas.

Atendimento a pacientes com problemas renais crônicos tem novas regras ditadas pelo Ministério da Saúde.