10 aeronaves experimentais que você não vai acreditar que chegaram a voar – Mega Curioso

Quando você pensa em aviões, qual é a primeira coisa que vem à sua mente: aquelas estruturas enormes que servem para transportar pessoas de um lado a outro do planeta, talvez os jatinhos incríveis que apenas os mais abastados podem se dar ao luxo de “estacionar” na garagem ou, quem sabe, os velhos aviões de guerra que entraram para a História?

Contudo, além das opções convencionais, também existem modelos experimentais que, só de olhar, jamais imaginaríamos que eles sequer seriam capazes de sair do chão. Então, prepare-se para se surpreender com uma lista de aeronaves bizarras publicada pelo site Quo que, apesar de muito estranhas, chegaram a voar — mesmo que por apenas míseros metros ou poucos minutos — em algum momento de sua existência:

1 – Pinguim voador?

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Com 21 metros de envergadura e coberto por painéis solares, o “Pinguim Voador” acima — ou Gossamer Penguin — foi um avião experimental projetado pela fabricante norte-americana AeroVironment no final da década de 70. Embora tenha percorrido cerca de 3 quilômetros apenas, ele provavelmente foi um dos precursores de inúmeras aeronaves que estão em teste atualmente.

2 – Lockheed XFV

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

A incrível aeronave acima, de origem norte-americana, foi um protótipo experimental que esteve em atividade apenas durante o ano de 1954. Desenvolvido para proteger comboios, o Lockheed XFV levantava voo e pousava na posição vertical, mas o projeto acabou sendo cancelado depois que os testes demonstraram que a sua velocidade poderia ser facilmente ultrapassada pela de outros caças, especialmente os inimigos.

3 – VZ-9 Avrocar

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

De fabricação canadense, a curiosa aeronave acima foi projetada nos primeiros anos da Guerra Fria e fazia parte de um projeto secreto do exército norte-americano. A intenção era a de que o Avrocar se tornasse um caça tático de combate da Força Aérea dos EUA. Contudo, devido a inúmeros problemas relacionados à estabilidade e à propulsão, o projeto acabou sendo abandonado em 1961.

4 – Besouro francês

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

O SNECMA Coléoptère — ou SNECMA Besouro — foi desenvolvido pelos franceses na década de 50. Projetado para levantar voo e pousar na vertical, ele contava com asas anulares e tinha capacidade para um único passageiro, mas, depois de serem produzidos diversos protótipos dessa bizarra aeronave, ficou claro que ela era instável e perigosa demais para permanecer nos céus.

5 – Vought V-173

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Também conhecido como “Panqueca Voadora”, o V-173 foi um avião experimental projetado pelos norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Ele alcançava velocidades próximas aos 220 km/h e chegou a realizar 190 voos entre 1942 e 1943. Mas, devido a diversas complicações técnicas, o projeto acabou sendo engavetado.

6 – Stipa-Caproni

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Apesar do aspecto enorme e pesado, o engraçado avião acima foi desenvolvido pelos italianos na década de 30 e contava com fuselagem oca na qual se encontrava o motor. Contudo, o Stipa-Caproni não ultrapassava os 68 km/h, e a Força Aérea Italiana acabou não se interessando muito por ele. Mesmo assim, seu design significou um grande passo para o desenvolvimento dos motores a jato.

7 – Grumman X-29

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Projetado na década de 80 nos EUA, o Grumman x-29 contava com asas voltadas para frente — ou de enflechamento negativo — e foi utilizado pela DARPA em vários testes. Apesar de ter sido aposentado e hoje ser peça de museu, as asas ao contrário permitiam que o avião desviasse facilmente de mísseis e realizasse manobras complicadas em altas velocidades, embora dificultassem bastante a decolagem e provocassem instabilidade a baixas velocidades.

8 – Super Guppy

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Mais parecido com uma baleia voadora, o Super Guppy está em atividade e é utilizado pela NASA como avião de carga para transportar componentes da Estação Espacial Internacional e do Projeto Orion. Com capacidade para levar 25 mil quilos, esta enorme aeronave chega a alcançar velocidades de 480 km/h.

9 – LLRV

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Capaz de decolar e pousar sozinho, voar horizontalmente, flutuar sobre um ponto fixo e alcançar altitudes de até 1.220 metros, o LLRV — ou Lunar Landing Research Vehicle — foi projetado para reproduzir o comportamento de um módulo lunar aqui na Terra. O protótipo foi um sucesso e deu origem aos LLTV (de Lunar Landing Training Vehicle), usados pelos astronautas do programa Apolo para a realização de treinamentos para as missões lunares.

10 – Caça-parasita

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Chamado oficialmente de McDonnell XF-85 Goblin, este pequeno avião de caça foi desenvolvido pelos norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. A pequena aeronave tinha capacidade para transportar apenas o piloto e deveria ser levada dentro de um bombardeiro como o B-26. Mas, devido ao mau desempenho durante os testes — resultado das restrições impostas aos desenvolvedores —, o projeto acabou sendo cancelado.

*Publicado em 17/05/2013

 

Fonte: 10 aeronaves experimentais que você não vai acreditar que chegaram a voar – Mega Curioso

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Saiba um pouco mais sobre 7 das substâncias mais letais do planeta – Mega Curioso

Os casos de intoxicação e envenenamento — sejam eles provocados propositalmente, por acidente e até por atos de terrorismo — são mais comuns do que você imagina. O pior é que algumas substâncias perigosas são de acesso relativamente fácil, mesmo sendo capazes de provocar efeitos devastadores sobre os seres humanos.

O pessoal do Discovery News reuniu algumas das toxinas mais poderosas que existem por aí em uma interessante lista, a qual você pode conferir — até mesmo para saber o que evitar — a seguir:

1 – Sarin

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Este composto sintético foi desenvolvido originalmente na década de 30 para ser empregado como pesticida, mas, devido à sua ação sobre o sistema nervoso, passou a ser utilizado como arma em guerras químicas. O sarin é inodoro, e a exposição a ele pode provocar diminuição da frequência cardíaca, náuseas, cegueira, paralisia, convulsões e fortes contrações musculares.

Seu índice de mortalidade é bastante alto, e os casos mais recentes envolvendo essa substância ocorreram no Japão na década de 90, quando ataques terroristas provocaram a morte de 20 pessoas, além de deixar cerca de 1.600 feridos.

2 – Estricnina

Fonte da imagem: pixabay

Muito usado no passado como veneno para matar ratos, a estricnina é derivada de uma árvore nativa do sudoeste da Ásia e da Índia. Esta toxina normalmente se apresenta na forma de um pó branco amargo, e pode ser mortal quando ingerida, injetada ou inalada. Os sintomas provocados pela intoxicação através dessa substância podem causar espasmos musculares, falência respiratória e morte cerebral em um período de 30 minutos após a exposição.

3 – Antrax

Fonte da imagem: pixabay

Quem é que não se lembra das correspondências contaminadas por Antrax que circularam nos EUA há alguns anos? Na época, diversas pessoas foram infectadas pela bactéria — Bacillus anthracis —, e o ataque resultou em 17 doentes e 5 mortos. Os esporos desse microrganismo se propagam facilmente pelo ar, e o contágio ocorre principalmente através da ingestão de alimentos contaminados, inalação e contato com ferimentos.

Os sintomas da infecção dependem da forma de exposição, mas normalmente se parecem aos provocados pela gripe comum. Contudo, o tipo de contágio mais perigoso é através da inalação, que chega a ser fatal em 90% dos casos.

4 – Botox

Fonte da imagem: pixabay

Apesar de ser popularmente empregada em tratamentos estéticos, essa substância é composta pela toxina botulínica, obtida a partir da bactéria Clostridium botulinum. Embora a versão utilizada pelos médicos sirva para amenizar rugas, tratar problemas musculares e até algumas disfunções oculares, a ingestão de alimentos contaminados pode ser fatal — e causar o botulismo —, podendo causar danos neurológicos, levar à falência respiratória e à morte.

5 – Amatoxina

Fonte da imagem: pixabay

Apesar de o cogumelo da foto ter uma aparência inofensiva — e inclusive seja parecido à versão comestível que compramos nos mercados —, são necessários menos de 30 gramas dele para matar um ser humano. Os venenos contidos nesses cogumelos, as amatoxinas, podem provocar graves danos ao fígado e aos rins, além de levar ao coma e à falência múltipla de órgãos.

6 – Mercúrio

Fonte da imagem: Reprodução/Discovery News

O mercúrio, que tem como uma de suas formas a substância prateada acima, pode ser encontrado no interior de termômetros, lâmpadas fluorescentes, pilhas e até em alguns peixes. A substância pode ser mortal se inalada ou ingerida — embora não provoque mal algum ao ser tocada. Os principais sintomas da intoxicação por mercúrio envolvem perda de memória, cegueira, danos graves aos pulmões e ao cérebro e convulsões.

7 – Ricina

Fonte da imagem: pixabay

Presente nas sementes de mamona, a ricina é considerada uma das toxinas de origem vegetal mais potentes do planeta. Essa substância é capaz de penetrar nas células e se conectar aos ribossomos, evitando que ocorra a síntese de proteínas e levando as células à morte. O envenenamento acidental por ricina é extremamente raro, mas apenas 500 microgramas dela — seja em doses injetáveis ou inaláveis — podem provocar a morte.

*Publicado em 17/05/2013

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Fonte: Saiba um pouco mais sobre 7 das substâncias mais letais do planeta – Mega Curioso

Como os pássaros conseguem dormir em pleno voo sem cair? – Terra

Cientistas acoplaram dispositivos em fragatas de Galápagos para monitorar seu sono durante o voo

Foto: Niels Rattenborg / BBCBrasil.com

Muitas aves voam centenas de quilômetros sem tocar a terra. E só conseguem isso porque conseguem dormir em pleno voo.

Mas como elas conseguem fazer isso?

Essa questão gerou dúvidas durante décadas até ser finalmente respondida por um cientista alemão e seus colegas após uma pesquisa nas ilhas Galápagos.

Niels Rattenborg, do Instituto Max Planck de Ornitologia na Baviera, Alemanha, coordenou a equipe que demonstrou pela primeira vez que as aves dormem quando voam e que isso ocorre por períodos muito breves.

Às vezes elas dormem com um hemisfério cerebral acordado e outras vezes dormem nos dois hemisférios. Mesmo assim conseguem manter o controle aerodinâmico.

Sebastián Cruz, um biólogo equatoriano especializado em aves marinhas, é coautor do estudo. Ele desempenhou um papel determinante na escolha da espécie que seria estudada: a fragata de Galápagos.

Por que fragatas?

As fragatas ( fragata minor ) “se alimentam exclusivamente no mar e realizam viagens de vários dias de duração sem parar, sempre voando”, disse Sebastián Cruz à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Niels Rattenborg, à dir, de Instituto Max Planck de Ornitologia, estudou o sono em humanos por dez anos antes de se dedicar às aves
Niels Rattenborg, à dir, de Instituto Max Planck de Ornitologia, estudou o sono em humanos por dez anos antes de se dedicar às aves

Foto: Niels Rattenborg / BBCBrasil.com

A razão mais importante para a escolha é que “ao contrário de outras aves marinhas, as fragatas não conseguem descansar na superfície do mar, já que suas penas não são impermeáveis e podem absorver água”.

Elas também são grandes o bastante para suportar o peso de um leitor de ondas cerebrais e um GPS.

As fragatas precisam percorrer grandes distâncias para se alimentar.

Fragatas podem dormir só 42 minutos por dia
Fragatas podem dormir só 42 minutos por dia

Foto: Niels Rattenborg / BBCBrasil.com

Cruz disse que elas tentam cobrir a maior área possível em busca de comida no mar, voando em um grande círculo para gastar a menor quantidade possível de energia.

Dessa forma, aproveitam correntes de ar e se beneficiam de sua morfologia peculiar: um corpo pequeno e asas muito grandes.

“Elas empregam uma estratégia de voo lenta, mas eficaz. Ganham altitude, centenas de metros, com correntes de ar ascendentes e depois se deslocam para a direção que querem planando de forma a ganhar distância e perder altitude.”

Partes do cérebro

Os dispositivos mostraram que as fragatas conseguem dormir de maneiras diferentes, segundo Niels Rattenborg.

“Um jeito é chamado de sono de ondas lentas, porque o cérebro gera esse tipo de onda que pode ser detectada em um eletroencefalograma”, explica.

Esse tipo de sono pode ocorrer em ambos os hemisférios cerebrais ou em apenas um. Quando ocorre em apenas um se chama sono uni-hemisférico. Nele, o olho oposto ao hemisfério cerebral permanece aberto.

Em um estudo anterior, Rattenborg já havia demonstrado que os patos que estão na parte mais externa de um grupo, expostos a perigos, dormem com um um olho aberto. Aqueles que estão no centro do grupo, mais seguros, dormem com os dois hemisférios de uma só vez.

O segundo tipo de sono que as aves podem ter é o sono de movimentos oculares rápidos, ou REM, de ondas mais curtas e rápidas.

Menos de cinco segundos

“Muitos pensavam que as aves dormiam só de forma uni-hemisférica”, disse Rattenborg.

Mas os registros de ondas cerebrais mostraram que as fragatas também podem dormir com os dois hemisférios simultaneamente.

As fragatas têm que passar muito tempo voando em busca de alimento no mar; um dispositivo GPS registrou suas trajetórias
As fragatas têm que passar muito tempo voando em busca de alimento no mar; um dispositivo GPS registrou suas trajetórias

Foto: Niels Rattenborg / BBCBrasil.com

“Não sabemos extamente como o fazem. Talvez usem um mecanismo similar ao que lhes permite dormir quando estão paradas. No caso das fragatas, isso significa que conseguem dormir enquanto mantêm suas asas em posição de planar”, disse o cientista alemão.

Ele disse ainda que foi uma surpresa descobrir que as aves também têm sono REM – embora esse estado dure em média só cinco segundos.

42 minutos de sono por dia

Somando todos os tipos de sono, as fragatas dormem em média 42 minutos por dia.

“Isso foi inesperado. Se conseguem realizar tantos tipos de sono ao voar, por que dormem tão pouco?”, questiona Rattenborg.

“Neste momento realmente não temos ideias sólidas para explicar como as fragatas se adaptaram a funcionar com tão pouco sono, enquanto tantas outras espécies, de abelhas a humanos, sofrem dramaticamente as consequências da falta de sono.”

Estudo do sono das fragatas pode ajudar a entender sono humano
Estudo do sono das fragatas pode ajudar a entender sono humano

Foto: Niels Rattenborg / BBCBrasil.com

O pesquisador destacou que uma pesquisa sobre os mecanismos de adaptação dessas aves pode também ajudar a entender o impacto da falta de sono em seres humanos.

“Baseando-se em nosso estudo do sono uni-hemisférico dos patos, Masako Tamaki e seus colegas (da Brown University dos Estados Unidos) publicaram um trabalho explicando que quando as pessoas estão em um ambiente novo, o hemisfério esquerdo dorme de forma menos profunda e responde mais a sons que o hemisfério direito, somente na primeira noite”, diz.

“Isso sugere que, como os patos, os seres humanos têm a capacidade de acordar ao menos parcialmente a metade de seu cérebro em resposta a circunstâncias potencialmente arriscadas.”

Fonte: Como os pássaros conseguem dormir em pleno voo sem cair?

Brasileiros desenvolvem aparelho para examinar retina com smartphone – Saúde – Estadão

 

Paula Felix,
O Estado de S. Paulo

13 Outubro 2016 | 21h49

SÃO PAULO – O protótipo de um equipamento que faz exames de retina usando um smartphone vai representar o Brasil em uma competição internacional de inovação realizada no próximo mês na Alemanha. O aparelho, batizado como Smart Retinal Camera (SRC), foi desenvolvido por três ex-alunos da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos e é uma versão portátil do retinógrafo, aparelho que permite observar e registrar imagens da retina.

“Nosso objetivo é ajudar comunidades carentes, algumas cidades mais pobres nem têm oftalmologistas e um equipamento de mesa custa de 70 a 80 mil dólares. O que a gente espera é que ele tenha um custo dez vezes menor do que o equipamento padrão”, diz o engenheiro de computação José Augusto Stuchi, um dos criadores do projeto.

Ele também é cofundador e engenheiro da Phelcom, startup criada pelo grupo para desenvolver o protótipo, que foi financiado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Stuchi conta que o projeto teve início há dois anos e um olho mecânico foi utilizado para fazer os testes. “Com esse equipamento, um operador pode fazer o exame. As imagens serão capturadas pelo celular e enviadas para nuvem para análise de um médico por meio de telemedicina. Com ele, é possível ver o fundo de olho e examinar pacientes com diabetes, pessoas que podem desenvolver glaucoma, retinopatia e degeneração macular relacionada à idade. Todos os problemas de retina podem ser detectados com esse retinógrafo”, explica.

Para os testes em seres humanos, o grupo está verificando a possibilidade de fazer em universidades ou solicitar uma autorização para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é que, até 2018, o aparelho já esteja no mercado.

Competição. No mês passado, os ex-alunos participaram da edição nacional do Falling Walls Lab, competição de soluções inovadoras que podem contribuir para a sociedade nas mais diversas áreas. Ao todo, concorreram 94 projetos. Na final, que será realizada nos dias 8 e 9 de novembro na Alemanha, eles terão de enfrentar 99 concorrentes de várias partes do mundo.

“Estamos desenvolvendo um projeto técnico, mas, por trás do equipamento, tem o sonho de cumprir a nossa missão, que é contribuir com inovação para melhorar a saúde e a vida das pessoas.”

MAIS CONTEÚDO SOBRE:

Fonte: Brasileiros desenvolvem aparelho para examinar retina com smartphone – Saúde – Estadão

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