O objectivo do estudo, publicado na edição desta semana da revista “Jama Psychiatry”, é desenvolver, para o futuro, testes que facilitem o diagnóstico precoce e tratamentos personalizados.
Até agora,o diagnóstico de autismo não é simples, já que são necessários profissionais de saúde experientes, que observam o comportamento das crianças nos primeiros meses de vida ou dificuldade em realizarem alguns gestos simples.
Os cientistas notaram que um conjunto de regiões é menos activo nos pequenos diagnosticados com transtorno do espectro autismo (TEA) e acreditam que essa distinção pode ser usada para permitir um diagnóstico mais cedo do problema, o que aumentaria a eficácia das intervenções terapêuticas.
No estudo, foi utilizado um aparelho de ressonância magnética, tecnologia que tira fotografias do cérebro durante o seu funcionamento, para examinar 114 crianças, com e sem o transtorno.
O resultado foi a identificação de um conjunto de áreas menos activas nas crianças autistas. O refinamento de um exame desse tipo pode ajudar os médicos a identificar que habilidades de cada paciente vão ser mais afectadas, permitindo estimulações precoces mais personalizadas.

Fonte: Exame cerebral pode diagnosticar autismo infantil | Sociedade | Jornal de Angola – Online

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