Ficar sentado por longos períodos pode aumentar risco de morte, mesmo para pessoas ativas | Bem Estar | G1

Não apenas as costas são afetadas pelo hábito de permanecer muito tempo sentado (Foto: Pixabay)

Cientistas americanos alertam que passar muito tempo sentado pode aumentar o risco de morte mesmo para pessoas que não são sedentárias.

De acordo com um estudo publicado no início da semana pela revista especializada “Annals of Internal Medicine”, e que estudou quase 8 mil adultos, pessoas que passam muito tempo sentadas precisam se movimentar a cada 30 minutos para ajudar a evitar uma morte prematura.

“As autoridades médicas falam para as pessoas se exercitarem e não passarem muito tempo sentadas, mas não dizem como. Sugerimos recomendações específicas como cinco minutos de caminhada rápida para cada 30 minutos consecutivos que se passa sentado”, explica Keith Diaz, da Faculdade de Medicina da Universidade Columbia, em Nova York, principal autor do estudo.

Diaz comandou uma equipe de profissionais de várias instituições acadêmicas americanas. Eles analisaram dados sobre diferenças geográficas e raciais na ocorrência de derrames nos Estados Unidos, em especial uma amostragem criada para tentar explicar porque negros tendem a sofrer mais episódios que brancos – um programa conhecido como Regards, levado a cabo pelo Instituto Nacional de Saúde do país.

Durante quatro anos, os cientistas acompanharam 7.985 indivíduos brancos e negros, com idade a partir de 45 anos, que se voluntariaram para o Regards.

Para medir o tempo de sedentarismo desses adultos, foram usados aparelhos para medir a aceleração dos indivíduos. Analisando os dados, os cientistas descobriram que, em média, o comportamento sedentário correspondia a 12,3 horas de 16 “acordadas”.

Estudos anteriores tinham registrado uma média de 9 a 10 horas, mas Diaz vê na diferença uma consequência do envelhecimento.

“À medida que envelhecemos, nossas funções físicas e mentais diminuem de ritmo, o que nos faz ficar mais sedentários. Estudamos uma população começando na meia-idade. E também pode ser que, ao contrário de outros estudos, monitoramos ativamente o tempo de sedentarismo em vez de confiar em autoavaliações”, especula Diaz.

Também foi constatado que a duração de cada período sentado faz diferença: pessoas que passaram períodos de menos de meia hora sentadas apresentaram risco 55% menor de morte do que pessoas que superavam essa marca.

Os pesquisadores ressaltam que o estudo não teve como objetivo explicar como o comportamento sedentário afeta a saúde, mas sim analisar diferenças entre tempo total de sedentarismo e períodos ininterruptos de sedentarismo.

“Médicos e pesquisadores estão cada vez mais convencidos de que ficar sentado por muito tempo é o novo tabagismo”, diz Monika Safford, da Universidade de Cornell, e coautora do estudo.

 

Fonte: Ficar sentado por longos períodos pode aumentar risco de morte, mesmo para pessoas ativas | Bem Estar | G1

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Combate eficiente da sepse depende de diagnóstico rápido – Terra

Asepse, ou infecção generalizada, é a repercussão ou manifestação sistêmica de uma infecção. A partir de um foco infeccioso, uma infecção urinária ou uma pneumonia, todo o corpo fica comprometido. Isso acontece pela própria resposta inflamatória do organismo ou pela disseminação da infecção através do sangue, atingindo diferentes órgãos.

Foto: DINO

Considerada um dos maiores problemas de saúde em nosso País, a sepse é responsável por 25% da ocupação de leitos em unidades de terapia intensiva no Brasil. Atualmente é a principal causa de morte nas UTIs, chegando a 70% dos casos registrados, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%, segundo dados do ILAS (Instituto Latino Americano da Sepse).

A mortalidade por sepse hoje no Brasil é elevada, sobretudo em hospitais públicos. Um dos obstáculos para o controle da doença é o atraso no diagnóstico, motivado não apenas pelo desconhecimento da doença pelos pacientes e familiares, mas pela própria equipe de saúde.

Para combatê-la, os especialistas são unânimes: é essencial que o diagnóstico seja rápido e preciso.

Um bom exemplo de ferramenta nesse sentido são os testes de diagnóstico rápido, que podem auxiliar a tomar a decisão certa para o tratamento com antibióticos, como o Sistema FilmArray, da bioMérieux, equipamento capaz de detectar e diferenciar, em apenas uma hora, por meio de painéis, vírus, bactérias, protozoários e fungos que causam dezenas de doenças, entre elas a sepse. Em muitos casos, os testes convencionais demoram 24 horas ou mais para fornecer as informações.

O equipamento está disponível no Brasil e possui o registro na Anvisa, assim como os painéis para detecção de doenças respiratórias ‒ entre elas o H1N1 ‒, gastroenterites, encefalites, meningites, além da sepse.

Como funciona – O FilmArray é uma técnica de biologia molecular, que consiste em uma estação de trabalho, na qual é inserido o painel, uma espécie de cartucho a vácuo, com diferentes reservatórios, onde ficam os reagentes. Nele é injetada a solução de hidratação com uma seringa e depois a amostra a ser analisada.

O painel é colocado na máquina (cujo tamanho aproximado é o de um notebook) e tem início a análise da amostra: os ácidos nucleicos são extraídos, para que o DNA e o RNA (compostos orgânicos envolvidos na transmissão de caracteres hereditários e na produção de proteínas compostas, que são o principal constituinte dos seres vivos) sejam purificados.

Finalmente, por meio da técnica chamada Multiplex PCR, em que um fragmento específico da molécula de DNA é amplificado milhares de vezes em curto espaço de tempo, os microrganismos presentes são identificadas pelo Software FilmArray e dão origem aos resultados da amostra. Todo o processo leva apenas uma hora para ser concluído.

Sobre a bioMérieux
Líder mundial na área de diagnóstico in vitro por 50 anos, a bioMérieux fornece soluções (reagentes, instrumentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores. Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países por meio de 41 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

A família Mérieux tem uma tradição ao longo de um século de compromisso na luta contra as doenças infecciosas. Marcel Mérieux, que trabalhou com Louis Pasteur e fundou o Instituto Mérieux, o Dr. Charles Mérieux, Alain Mérieux e Dr. Christophe Mérieux dedicaram suas vidas à biologia, com o objetivo de melhorar a saúde mundial.


Mais informações: Veropress Comunicação – Assessoria de imprensa da bioMérieux
Thais Abrahão – Thais@veropress.com.br e Rosana Monteiro – Rosana1@veropress.com.br – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263

Website: http://www.biomerieux.com.br

DINOEste é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

Fonte: Combate eficiente da sepse depende de diagnóstico rápido

Cientistas americanos desenvolvem injeção única que pode reunir todas as vacinas infantis | Bem Estar | G1

Crianças precisam tomar uma série de doses de vacina logo nos primeiros meses e anos de vida (Foto: Palácio Piratini/Divulgação)

Um dos primeiros “presentes” de quase toda criança é uma carteira de vacinação a ser preenchida com cada uma das doses que ela precisa tomar para poder se proteger de doenças.

Mas uma tecnologia que está sendo desenvolvida nos Estados Unidos pode mudar um pouco essa realidade. A ideia é criar uma só dose que valesse por todas – uma única injeção que daria às crianças todas as imunizações de uma vez.

Essa dose única armazenaria as vacinas em cápsulas microscópicas, que seriam liberadas aos poucos em tempos específicos.

A técnica começou a ser aplicada em estudos com camundongos e foi divulgada na publicação científica Science. Cientistas afirmam que a tecnologia poderia ajudar pacientes em todo o mundo.

Micropartículas

A imunização de crianças hoje é feita em muitas doses, tomadas desde as primeiras semanas de vida.

Para tentar mudar isso, a equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) desenvolveu um novo tipo de micropartícula que permitiria combinar todas as vacinas em uma única dose.

As partículas são como copos em miniatura preenchidos com as vacinas e depois fechados com uma tampa. A ideia é que o design desses “recipientes” permita que cada um se quebre no momento certo, liberando o conteúdo no corpo.

Os testes mostraram que essa liberação pode ocorrer no tempo exato de nove, 20 e 41 dias depois que a vacina foi injetada em camundongos.

Outras partículas que poderiam durar por centenas de dias também foram desenvolvidas, mas ainda não foram testadas.

Impacto significativo

Para um dos cientistas que faz parte do estudo, a descoberta pode ter um impacto “significativo”.

“Nós estamos muito animados com esse trabalho. Pela primeira vez, nós podemos criar uma ‘biblioteca’ de pequenas partículas de vacina fechadas em uma cápsula, cada uma programada para ser liberada num tempo exato, para que as pessoas um dia possam receber uma única injeção que, na verdade, teria diversas vacinas dentro dela”, disse Robert Langer, do MIT.

A ideia é que as liberações curtas e precisas da vacina imitem o procedimento normal de imunização.

“No mundo em desenvolvimento, essa pode ser a diferença entre não se vacinar e receber todas as suas vacinas de uma só vez”, explica a pesquisador Kevin McHugh.

Fonte: Cientistas americanos desenvolvem injeção única que pode reunir todas as vacinas infantis | Bem Estar | G1

PINHAL NOVO | Benefícios dos cavalos em pessoas com autismo apresentados no Auditório Municipal – Diário da Região

O Auditório Municipal do Pinhal Novo, concelho de Palmela, acolhe esta quarta-feira, 6, entre as 17 e as 19h00, uma conferência sobre os benefícios terapêuticos dos cavalos para pessoas com perturbações do espectro do autismo.

A iniciativa é dirigida a pais e profissionais de educação e de saúde e irá debruçar-se sobre o “Método Horse Boy”.

“Com a participação de Rupert Isaacson, fundador do projecto, o encontro pretende apresentar os benefícios dos cavalos, do movimento e da natureza para indivíduos com autismo”, explica a Câmara Municipal de Palmela em nota de Imprensa, lembrando que os interessados em participar deverão formalizar a inscrição, através do endereço inovar.autismo@gmail.com.

O Método Horse Boy tem 11 anos de existência, sendo reconhecido internacionalmente como terapia, com resultados comprovados. “Em Portugal, já ajudou 20 famílias”, aponta a autarquia, salientando que Rubert Isaacson é autor do livro “O Menino e o Cavalo”, no qual o autor conta a “extraordinária viagem de um pai para curar um filho” com autismo e a relação que este estabelece com cavalos.

A conferência é promovida pela Inovar Autismo – Associação de Cidadania e Inclusão e pela Horse Boy Portugal, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela, da HBV – Associação Equestre, e da Venância da Costa Lima.

A Inovar Autismo – Associação de Cidadania e Inclusão, sediada no distrito de Setúbal, tem vindo a desenvolver actividade no concelho de Palmela, destacando-se a acção de formação “Abordagem Geral sobre a Pessoa com Deficiência”, com a duração de 25 horas.

 

Fonte: PINHAL NOVO | Benefícios dos cavalos em pessoas com autismo apresentados no Auditório Municipal – Diário da Região