Ministério da Saúde anuncia produção de medicamento oncológico no Brasil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anuncia nesta quarta-feira (19), no Rio de Janeiro (RJ), a produção nacional do medicamento oncológico Glivec, indicado para o tratamento de Leucemia Mielóide Crônica (LMC) e Estroma Gastrointestinal (tumor maligno do intestino) no Sistema Único de Saúde (SUS).

O medicamento será produzido em parceria com os laboratórios públicos Farmanguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Vital Brazil (IVB), além de quatro empresas privadas.

Ministro anuncia produção de medicamento oncológico
Data: 19/12 (quarta-feira)
Local: Palácio da Guanabara – rua Pinheiro Machado S/N – Laranjeiras
Horário: 11h (horário local)

Fonte: Ministério da Saúde

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Operária desenvolveu câncer por trabalhar em fábrica da Samsung, diz governo coreano

do Folha.com – Tec – Principal
Uma agência do governo da Coreia do Sul disse nesta sexta (14) que o trabalho em uma fábrica de chips da Samsung fez com que uma trabalhadora, que morreu neste ano, desenvolvesse câncer de mama. É a segunda vez que o órgão confirma uma ligação entre câncer e as fábricas da empresa. O Comwel (Serviço de Bem-Estar e Compensação de Trabalhadores da Coreia do Sul), que faz parte do Ministério do Trabalho do país, determinou neste mês que havia uma “considerável relação causal” entre o câncer da mulher e seus cinco anos de trabalho na fábrica de semicondutores, próxima à capital Seul. A decisão não foi publicada até hoje, quando a agência anunciou a indenização à família da ex-funcionária.

Leia mais (14/12/2012 – 12h44)

Aspirina® associada a menor risco de cancro do fígado

 

 

 

 

Num grande estudo prospectivo, os investigadores descobriram uma associação entre o uso de aspirina® e um menor risco de cancro do fígado, avança o portal UOL, citando o The New York Times.

Os cientistas analisaram dados de mais de 300.000 homens e mulheres com idades entre 50 e 71 anos, ligando os relatos sobre o uso de aspirina® e outros anti-inflamatórios não esteróides com o diagnóstico de carcinoma hepatocelular e morte por doença hepática crónica. Os resultados foram publicados na semana passada no The Journal of the National Cancer Institute.

Depois de 10 anos de acompanhamento, os investigadores descobriram que as pessoam que tomavam aspirina® tinham um risco 37 por cento menor de ter cancro do fígado e um risco 51 por cento menor de morte por doença hepática, em comparação com aquelas que não tomavam aspirina® ou outros anti-inflamatórios não esteróides. A frequência de uso – diário, semanal ou mensal – não interferiu no resultado.

Aqueles que tomaram medicamentos diferentes de aspirina® e anti-inflamatórios não esteróides, como o ibuprofeno e o naproxeno, tiveram um risco 34 por cento menor de cancro em comparação com aqueles que não tomaram. Mas eles não possuem um risco reduzido de morte por doença hepática.

O estudo foi adaptado para variáveis como consumo de álcool, índice de massa corporal e tabagismo, mas a associação permaneceu. A investigação sugere que a diferença entre a aspirina® e outros medicamentos diferentes de aspirina® e anti-inflamatórios não esteróides pode ser uma descoberta casual, ou pode reflectir as diferentes formas que inibem a inflamação, um possível colaborador para o cancro.

“Isso não tem implicações clínicas ainda”, disse o autor principal do estudo, Dr. Vikrant V. Sahasrabuddhe, epidemiologista. “Precisamos de mais pesquisas sobre o papel da inflamação no desenvolvimento do cancro”, concluiu.

 

POP – portal de oncologia português – home.

Mãe

Hoje cedo no Hospital Regional em Sorocaba minha mãe começou a quimioterapia de um cancer muito evasivo no seio direito.