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Resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) indicam que o consumo do probiótico Bifidobacterium longum pode trazer benefícios para quem sofre de asma.

Em experimentos feitos com camundongos, o tratamento com a bactéria diminuiu a quantidade de muco no pulmão e a presença de mediadores inflamatórios típicos de doença alérgica das vias aéreas. Além disso, foi observada diminuição na hiper-reatividade brônquica – contração exagerada da musculatura lisa dos brônquios característica da asma.

Os resultados preliminares da pesquisa, realizada com apoio da FAPESP, foram apresentados durante a 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia experimental (FeSBE), realizada entre os dias 21 e 24 de agosto em Caxambu, Minas Gerais.

“Nossa hipótese é que o acetato, um ácido graxo de cadeia curta produzido em grandes quantidades por bactérias da espécie B. longum (BL), seja o responsável pela diminuição da inflamação alérgica”, disse Caroline Marcantonio Ferreira…

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